segunda-feira, maio 21

pequeno ódiozinho

Por vezes encontramos pessoas que nos deixam a pensar nelas o dia todo. Nem sempre pelas melhores causas, neste caso em particular não é de certeza.
Trata-se de uma rapariga que foi escolhida por um amigo meu para ser namorada dele, acontece que o mundo é tão pequeno que vai de roda e volta ao mesmo.
Conheci-a quando tive que repetir uma disciplina de 10º ano que era importante para os exame e eu precisava de uma nota melhor, acabei o 12º e achei por bem melhorar por frequência. Inscrita numa turma de 10º recomecei a estudar só aquela disciplina e fui para à turma da dita rapariga…escusado será dizer que ninguém compreendeu porque é que decidira retroceder…metade deles compreenderam no fim do secundário quando queriam notas que não tinham.
Ora uma das vozes de maior desdém era a dela: “Deus me livre chegar ao fim e voltar para trás”; “Eu esforço-me por estudar!” and so on and on
Pois é, chegaram os testes e eu via o estudo dela e dos outros que no início riam baixinho…chegou o fim do ano e eu fui uma das melhores da turma e pelo menos estava bem satisfeita com a nota que preenchia as minhas exigências…
Eles seguiram os restantes anos e eu entrei para aquilo que queria.
Vim a saber que ela não conseguiu grande coisa no fim e acabou por ir trabalhar.
Ela nunca gostou de mim e eu, pelas gracinhas que dizia, se fosse à bola com ela era para a deixar no meio da claque adversária! Agora tenho que levar com ela com relativa frequência (mesmo que fosse uma vez por ano, já era muito). E como alguém diz “ela tem tudo com ela” – de mau suponho que queira dizer. É do estilo de mulher que quando acha que o seu homem está bem preso entra no mais perfeito desmazelo sem necessidade. Mulher que é mulher aperalta-se. Os namorados de vez em quando gostam e faz-nos sentir bem se de vez em quando pomos um trapinho mais feminino, o cabelo mais alinhado, enfim coisas de mulher.
Depois lembrei-me que ainda esta semana li algures que quando alguém não gosta de uma pessoa, ou tem mesmo inveja dela, é porque não consegue ser como ela…Ora eu não gosto mesmo da fulana (e quem não tem a sua antipatia de estimação que levante o dedo) e não quero mesmo ser como ela! E depois ela com aquela simpatia sempre trombuda se atende os clientes lá no serviço assusta tudo! Se ela se muda para a minha vizinha não posso esquecer de colocar um espanta espíritos na janela…nunca se sabe.
Não gosto que tenha gozado com as minhas escolhas, no meu ponto de vista foi o melhor que podia fazer na altura e não me arrependo!

4 comentários:

José disse...

Ó pá... num sejas mazinha... manda-a cá que eu dou-lhe um tau-tau e fica o caso arrumado... hehehe...
Beijinhos

Bxana disse...

Olha, a minha maneira de resolver esse tipo de "cenas": melhor maneira de "os/as" arrumarmos é com um ótimo sentido de humor. Não há coisa que as pessoas mais mal educadas odeiem que, ao picar os outros, serem brindados/as com uma gargalhada de escárnio!;)

Força aí!:)

Miaus!

Minerva McGonagall disse...

Tiveste azar... essa gaja parece-me uma cabra das piores!

Cristina disse...

olha pá, o mais longe possível....lol

beijinho