nestes dias de férias, e agradavelmente desterrada na terrinha, descobri que cresci, não em altura que isso agora só se resolve com tacões, mas cresci em espírito, ou o que quer que seja, e a força dos trinta, a força do que já vivi, aprendi e perdi fazem-me ver e sentir as coisas de outra maneira, sem pressa, sem medo, sem angústia, sem ansiedade
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domingo, abril 12
terça-feira, julho 22
depois de levantar a cabeça e olhar o percurso que tenho pela frente percebi, e aceitei, que determinadas coisas não me acontecerão...será bem melhor não deixar que esses pensamentos me abatam e impeçam de ser feliz...
não esqueço o mês de Julho, o mês de Julho de há quatro anos, o mês Julho de há um ano...um ano...o conhecimento, a empatia e o adeus, que seria definitivo sem que adivinhassemos, ou pelo menos eu não adivinhava
sábado, junho 28
os 30
a pouco mais de um mês de me tornar uma early 30 ( porque trintona é só mais lá para a frente e não sei que termo português há para quem se inicia nos inta) a minha cabeça deu o berro com o balanço que comecei a fazer...e que terrível balanço este...não foram maus na totalidade, só o foram na idade adulta e laboral, quando se pensa que a vida por esta altura devia estabilizar e o tic tac do relógio biológico teima em disparar quando não deve, sobretudo porque cada vez vejo esse dia mais longe de acontecer, pelo menos nas condições que eu quero, ou queria....
sim vai melhorar eu suponho...
ó anónimo, lembraste dos meus 22 anitos quando era uma reles estudantezita? era bem mais feliz nessa altura não era?
o que eu mudei...
sábado, maio 24
quinta-feira, janeiro 3
acreditar
Às vezes é preciso acreditar...mesmo quando tudo parece negro há pequenas conquistas que nos surpreendem...batalhas que embora pequenas são prenúncio de mudança...
Só é pena que não sejam todas aquelas que eu queria, mas eu sou assim, insastisfeita por natureza, não queixosa, recebo as pequenas coisas como se fossem as melhores, porque tem que ser assim, porque acredito que the best times are yet to come!
Só é pena que não sejam todas aquelas que eu queria, mas eu sou assim, insastisfeita por natureza, não queixosa, recebo as pequenas coisas como se fossem as melhores, porque tem que ser assim, porque acredito que the best times are yet to come!
domingo, maio 13
Não sei fingir...não sei fingir que estou bem quando não estou...mesmo que o alvo seja eu, não sei fingir. Quando tenho que o fazer, porque mais ninguém é capaz de me entender senão eu própria, é uma luta demasiado poderosa para as minhas forças...
E aqui estou, à espera da solidão e do silêncio que o fim do dia traz com o recolher de toda a gente para eu própria tentar entender o que pode melhorar, o que eu posso fazer por mim.
Por vezes nada faz sentido: eu, os outros, as coisas, eu e eu e eu... ainda não descobri qual o meu papel no meio disto...por enquanto é aguentar até poder.
E aqui estou, à espera da solidão e do silêncio que o fim do dia traz com o recolher de toda a gente para eu própria tentar entender o que pode melhorar, o que eu posso fazer por mim.
Por vezes nada faz sentido: eu, os outros, as coisas, eu e eu e eu... ainda não descobri qual o meu papel no meio disto...por enquanto é aguentar até poder.
"não se limite a sobreviver" dizia o senhor no filme, do alto da sua experiência de vida...às vezes deve ser suposto aprender alguma coisa na televisão...mesmo que seja um filme...
Eu tomei consciência de uma coisa... não tenho feito outra coisa senão sobreviver...a quase tudo!
nos últimos meses, quase um ano é assim: não vivo, sobrevivo...a maioria das vezes mal!
Eu tomei consciência de uma coisa... não tenho feito outra coisa senão sobreviver...a quase tudo!
nos últimos meses, quase um ano é assim: não vivo, sobrevivo...a maioria das vezes mal!
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